Dois fatos: o primeiro diz respeito à declaração
do secretário da FIFA, dizendo que o Brasil precisa de um chute no traseiro
para trabalhar e preparar a COPA de 2014. O segundo refere-se à visita do
ministro argentino, o qual declarou ser dever do Brasil investir na Argentina e o
ministro de Minas e Energia brasileiro concordou: o Brasil irá fazer um esforço
para investir além do planejado para este ano. Quanto servilismo. O Brasil
começa a despontar no cenário internacional, toma frente do seu
desenvolvimento, vive uma nova independência, mas os algozes do mundo,
acostumados com um Brasil colônia, querem impor ações ao Brasil. O que espanta
e causa furor é a atitude de muitas autoridades em não defenderem a nação
brasileira. Anciões da antiga política, acostumados a serem acossados pelos
dólares do exterior, não tem coragem em acreditar no potencial brasileiro e
cedem aos desmandos de fora. O Brasil é dos brasileiros e somente com fé neste
chão abençoado por tantas riquezas seremos capazes de vencer as tentativas de
dominação. Logo teremos novas eleições, escolha de representantes do povo.
Vamos ter a coragem eleitoral de selecionar os candidatos. Os oportunistas,
interessados no poder e no bem próprio devem ser identificados e banidos pelo
poder do voto. Se cada brasileiro tiver a coragem de usar o voto como arma
contra as palhaçadas, poderemos mudar os rumos da nossa nação. Chega de usar as
eleições para eleger palhaços, chega de usar a urna como manifestação de
indignação gratuita, como a que elegeu o Tiririca e tantos outros personagens folclóricos, massa de manobra. É hora de responsabilidade.
Hora de colocar os demagogos e falsos políticos na cadeia e não sob a proteção
do poder e do "foro privilegiado da justiça".
MAIS DO MESMO: corrupção
Indignação, revolta, vergonha ou qualquer outra palavra não é capaz de expressar o sentimento diante das denúncias envolvendo as negociatas ilícitas do indigno senador Demóstenes Torres. Este mostrou-se seguidor de um bandido, sendo também um bandido, mas muito pior, pois munido das vestes do poder. Quem se propõem a cuidar da coisa pública deveria ter o mínimo de senso de ética, possível de ser percebida pelos eleitores, mas o que essa turma apresenta aos eleitores é o absurdo da falta de ética. Ninguém acredita o que esses bandidos fazem em plena luz do dia. Bandidos engravatados, corruptos e corruptores que carregam sangue nas mãos. Dirigem-se uns aos outros com o tratamento de "Vossa excelência", mas o povo que deveria receber o tratamento respeitoso ganha um tremendo chute no traseiro. E não adianta dizer que o povo precisa de educação para escolher melhor os seus eleitores, pois quem precisa de alguma coisa são esses bandidos: precisam é de cadeia, prisão. Claro que há necessidade de investir em educação e construir uma nação esclarecida, mas chega dessa desculpa para justificar os atos dos corruptos. Quando era jovem ouvia dizer que "A juventude é o futuro da nação", colocando para a frente a responsabilidade que deveria acontecer no presente: educação, formação, criação de condições dignas para o desenvolvimento de crianças e adolescentes. É no presente que devem ser tomadas atitudes contra os corruptos. Se eles fossem punidos exemplarmente, despojados dos seus direitos de nobreza, talvez se prevenisse comportamentos semelhantes. Nada de esperar novas eleições para realizar as mudanças necessárias. O poder é do povo, foi o povo que colocou esses corruptos no poder. Quem colocou pode retirar e não precisa esperar quatro anos: tira já e manda para a prisão, de preferencia para ficar na solitária.
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